O Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM – RR) realizou uma fiscalização no Hospital de Campanha, no dia 3 de julho, para avaliar as condições de insumos, infraestrutura e profissionais.

De acordo com a coordenadora do Departamento de Fiscalização, Blenda Garcia, foram encontradas diversas irregularidades no Hospital de Campanha. Dentre os principais problemas detectados estão: a falta de alvará para funcionamento da Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros; falta da inscrição de pessoa jurídica no CRM – RR (obrigatória para funcionamento), a UTI não tem responsável técnico com título de especialista em Medicina Intensiva; ausência de Central de Material de Esterilização, falta de profissionais especialistas para serem chamados quando houver necessidade, não há recursos na UTI para hemodiálise, endoscopia, colonoscopia, diagnóstico complementar para morte encefálica e banheiros sem adaptação para portador de necessidades especiais.

“Outro problema detectado é em relação às escalas médicas, na maioria são formadas por profissionais sem comprovação de habilitação em Medicina, além dos poucos médicos que lá trabalham (com CRM), também não terem inscrição no CRM-RR”, disse Blenda.

O relatório da Fiscalização foi encaminhado para todos os órgãos de controle da saúde para que as medidas cabíveis sejam tomadas. 

O Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM – RR) realizou uma fiscalização no Hospital de Campanha, no dia 3 de julho, para avaliar as condições de insumos, infraestrutura e profissionais.

De acordo com a coordenadora do Departamento de Fiscalização, Blenda Garcia, foram encontradas diversas irregularidades no Hospital de Campanha. Dentre os principais problemas detectados estão: a falta de alvará para funcionamento da Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros; falta da inscrição de pessoa jurídica no CRM – RR (obrigatória para funcionamento), a UTI não tem responsável técnico com título de especialista em Medicina Intensiva; ausência de Central de Material de Esterilização, falta de profissionais especialistas para serem chamados quando houver necessidade, não há recursos na UTI para hemodiálise, endoscopia, colonoscopia, diagnóstico complementar para morte encefálica e banheiros sem adaptação para portador de necessidades especiais.

“Outro problema detectado é em relação às escalas médicas, na maioria são formadas por profissionais sem comprovação de habilitação em Medicina, além dos poucos médicos que lá trabalham (com CRM), também não terem inscrição no CRM-RR”, disse Blenda.

O relatório da Fiscalização foi encaminhado para todos os órgãos de controle da saúde para que as medidas cabíveis sejam  tomadas. 

 

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